Opinião

Muito se tem falado ultimamente sobre plataformas digitais para a realização de eventos online, com a procura a intensificar-se bastante desde o início da pandemia.

Os fenómenos centrais em festivais.

Não podemos falar de expectativas para 2021 sem analisar, mesmo que simplificadamente, o ano de 2020.

Não gosto de clichês mas é um facto que éramos felizes e não sabíamos.

Sem pré‑aviso, o mundo foi acometido por (mais) um violento surto epidémico, cuja duração se desconhece, com propagação e extensão tais que causaram, além da crise sanitária, igualmente crise social e económica, por enquanto, ainda sem fim à vista.

A lista é curta. É ridiculamente curta. Contém apenas um item: fazer tão bom trabalho no online como fazíamos onsite.

Já é comum falar da crise de saúde que implicou uma grave crise social e económica. Já ouvimos e debatemos muitos dos temas associados, é altura de fazer um ponto de situação e aproveitar todas essas reflexões.

O turismo tem conhecido uma evolução notável ao longo dos últimos anos, tendo sido um dos motores da economia após a crise financeira de 2008 que tanto afetou Portugal.

No início de setembro a IAPCO, em conjunto com 11 associações nacionais de PCOs, lançou a The PCO Perspective – an Advocacy Guide, documento alicerçado no Manifesto Global do JMIC para a indústria dos eventos.

Tem nome de festival, mas nunca foi anunciado. Tem escala global, mas não sabemos quem é o organizador, nem tão pouco o que esperar deste cartaz. Chama‑se Covid‑19 e veio para ficar.