Opinião

Como é que chegamos aqui? E como fazemos agora?

O panorama actual sobre a Covid-19 está influenciar e a impactar negativamente toda a indústria dos eventos.

Quando uma empresa privada decide inaugurar instalações e convida para presidir a essa cerimónia uma alta entidade, a dúvida dos organizadores é saber se a placa evocativa deve estar tapada com um pano ou com a bandeira nacional.

Especialistas do Journal of Marketing definem experiências de marca como “sensações, sentimentos, cognição e respostas comportamentais espoletadas por estímulos relacionados com as marcas que são parte do seu design e identidade, embalagem, comunicação e ambiente”.

A chegada de um novo ano significa sempre um período em que se impõe um mix de reflexão e predição dos próximos tempos.

Como todos sabemos, a concorrência está aí, feroz, nem sempre leal, é um facto, e está para ficar.

De certo já deu com algumas pessoas em poses sugestivas a tirarem fotos semiprofissionais no meio de um festival de música, ou notou que há palcos de alguns eventos que têm enchentes à conta de personalidades digitais.

Estudos com gráficos, onde constamos no fundo, mostram-nos que somos pouco produtivos.

Durante vários anos a meetings industry – e os centros de convenções enquanto os seus representantes mais visíveis ao nível do destino – tem procurado veículos apropriados para documentar e ilustrar os benefícios abrangentes que gera para o desenvolvimento das comunidades, locais e global.

O Turismo, e em especial a área dos Congressos, Eventos e Animação Turística, continua a crescer, a sociedade e as necessidades dos turistas estão a modificar‑se, e a nossa organização social e económica permanece a mesma.