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Setor dos casamentos com quebra de mais de 90% de faturação

Mais do que medidas de apoio, o Movimento de Empresas do Setor dos Casamentos procura soluções.

Por causa da pandemia, as empresas do setor dos casamentos registaram uma quebra na faturação superior a 90%. Os tempos são de “grande incerteza” e a atividade está interrompida, refere o Movimento de Empresas do Setor do Casamento (MESC), em comunicado, no qual sublinha que, mais do que medidas de apoio, procura soluções.

“A crise sanitária criou um cenário nunca antes visto, com mais de 90% da faturação perdida, numa indústria que movimentava quatro mil milhões de euros num ano. Por isso, não pode voltar a acontecer o mesmo em 2021. É uma área onde operam mais de sete mil empresas em Portugal. Geram muito emprego e têm um grande impacto na economia portuguesa”, frisa o MESC, lembrando que esta é uma atividade é sazonal, decorrendo entre março e outubro, e que está “particamente parada” desde o ano passado, pelo que “necessita de começar a trabalhar a partir de março de 2021, senão corre o risco de desaparecer”.

“Mais do que medidas de apoio, este movimento reivindica ao Governo uma mensagem de confiança no sentido de garantir a sustentabilidade e a recuperação da confiança dos clientes. E esta comunicação deve obrigatoriamente apresentar uma previsão de data para o sector começar a operar. É importante para as empresas e para todos aquelas pessoas que pretendem contrair matrimónio”, acrescenta o MESC, que, nas últimas semanas, tem reunido com várias entidades, como a Secretaria de Estado do Comércio, onde apresentou “várias soluções viáveis” para que o setor retome a atividade. Entre as várias medidas de segurança sanitárias propostas estão a demonstração de imunidade relativamente a SARS-CoV-2 e de ausência de infeção, por exemplo.

Tags: Eventos, Casamentos, Empresas, Covid-19

14-12-2020

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