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Kenes Group: os profissionais de saúde e os eventos virtuais

O novo estudo indica que um evento virtual ideal deve ser curto, interativo e relevante.

O Kenes Group lançou um novo estudo sobre as preferências dos profissionais de saúde relativamente a eventos virtuais, comparando os resultados de duas pesquisas independentes, realizadas em julho de 2020 e julho de 2021. Entre outras coisas, o estudo indica que, este ano, os profissionais estão mais disponíveis para os eventos virtuais do que no ano passado e que um evento virtual ideal passa por ser mais curto, interativo e relevante.

Tendo em conta o efeito da pandemia nas reuniões científicas, o Kenes Group quis perceber melhor como os profissionais de saúde se sentem em relação aos eventos virtuais. E, para tal, em 2020, questionou 809 profissionais de saúde, oriundos de 112 países. Em 2021, voltou a contactar os profissionais de saúde (1.015 de 104 países) para ver se, depois de um ano de eventos virtuais, a opinião relativamente a este formato mudou.

No White Paper abordam-se os principais motivos que levam os profissionais de saúde a participar num evento virtual, os pacotes de inscrição que melhor se adaptam aos delegados,os recursos técnicos que podem ajudar na aprendizagem em ambiente virtual, as preferências relativamente à duração das sessões, além dos pontos que podem fazer com que uma conferência virtual seja um sucesso, de acordo com a opinião dos profissionais de saúde.

O grande motivo que leva à participação num congresso virtual é o conhecimento, segundo 89% dos inquiridos. Aprender continua a ser a grande motivação dos participantes e isso foi confirmado quando, na questão sobre o que mais pesa na decisão, 95% responderam que é o conteúdo de alta qualidade. Tomada a decisão de participar num evento virtual, os delegados procuram os recursos técnicos que os ajudem na sua experiência de aprendizagem, como sessões educativas gravadas previamente e transmitidas ao vivo (82% em 2021 | 78% em 2020), o facto de o conteúdo estar disponível durante meses (75% | 80%), os formatos interativos e sessões impactantes (41% | 36%) ou os debates online e chats (39% | 51%), entre outros.

Em jeito de conclusão, e tendo em vista o evento virtual ideal em 2021, a maioria dos profissionais (42%) prefere eventos virtuais mais curtos, que sejam interativos e relevantes, e eventos que adicionem atividades como webinars e cursos eLearning para ajudar a melhorar as suas aprendizagens, já que o conhecimento continua a ser a principal razão para a participação em eventos virtuais. De referir que, em 2021, 41% dos inquiridos mostraram-se dispostos a ter uma sessão de até duas horas, enquanto que, no ano passado, os profissionais de saúde mostraram preferência por sessões de até uma hora. Estão, por isso, mais disponíveis para este tipo de eventos.

Sobre as áreas de exposição, os profissionais de saúde passam um tempo limitado nas feiras virtuais – tempo que varia entre 20 minutos (44%) e até uma hora (26%) – e consideram que as empresas devem envolver-se mais com as sessões e com o conteúdo (25%). O pódio doselementos que incentivam uma maior participação no stand são o acesso à plataforma da empresa (49%), stands com atividades online (48%) e o acesso antecipado à feira antes do evento (46%).

Relativamente ao futuro, grande parte dos profissionais (61%) pretende regressar aos eventos presenciais apenas em 2022; somente 28% dos inquiridos referiram estar preparados para os eventos ao vivo ainda este ano. A saber ainda que, a maioria dos profissionais de saúde inquiridos (76%) já tinha sido vacinada contra a Covid-19.

A consulta ao estudo do Kenes Group pode ser feita aqui.

 

Tags: Eventos, Digital, Estudos, Kenes Group

14-10-2021

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