Headliner: “O início de 2025 está a ser incrível”
24-03-2025
# tags: Agências , Ativação de Marca , Eventos
A Headliner é uma agência especializada em ativação de marca e eventos corporativos e está a celebrar dois anos de atividade.
Nasceu em 2023 e, apesar de “nova”, a agência conta com “uma equipa com muita experiência”, frisa Pedro Pais, partner da Headliner Brand Events, que faz parte do Grupo República e que disponibiliza serviços na organização de eventos e ativações de marca.
“São as áreas em que temos bastante experiência, em que adoramos desenvolver projetos de raiz em conjunto com o cliente; áreas em que acreditamos que podemos acrescentar valor aos nossos clientes; e áreas em que o mercado (mesmo sendo extremamente competitivo) tem sempre espaço para quando se entrega um serviço de excelência”, explica Pedro Pais, adiantando que ambos os segmentos têm um “peso idêntico” na agência.
E se o ano de 2023, que foi o da criação da Headliner, “correu dentro do que tínhamos planeado”, o ano de 2024 “superou todas as expectativas”. “E graças à confiança que os nossos clientes depositam em nós, e à proximidade que temos com os nossos principais parceiros, o início de 2025 está a ser incrível”, sublinha.
“A entreajuda e cooperação dentro desta indústria é excecional”
Pedro Pais sempre gostou de organizar eventos, tendo sido o primeiro a sua festa de aniversário aos 13 anos, que “foi um sucesso”. “Tomei-lhe o gosto e nunca mais parei!”, afirma. Depois de vários anos a trabalhar na produção de eventos, em janeiro de 2023, apresentou a Martim Oliveira e Diogo Coelho, partners do Grupo República, uma proposta para abrir uma área de eventos – e assim nasceu a Headliner.
“Mas a Headliner estava incompleta, pois ambicionávamos organizar eventos de grande dimensão e de elevada complexidade. Como tal, necessitávamos de mais um sócio com experiência operacional.” E aí entrou em cena Inês Jacinto. No decorrer do segundo ano da Headliner, que já tinha mais clientes em carteira e eventos para produzir, a agência foi reforçada com a entrada de António Vidinha e Luz Pereira Coutinho para as áreas de comunicação e de performance.
No arranque do projeto – e “alinhados com as circunstâncias atuais de Portugal”, no que toca à “escassez de mão-de-obra qualificada” –, o principal desafio da Headliner “foi conseguir garantir que, em todos os eventos que produzíamos, teríamos as melhores equipas dos nossos parceiros a colaborar connosco”.
“Se antes da pandemia a oferta já não conseguia acompanhar a procura, após a mesma, a distância entre ambas aumentou. O setor dos eventos foi um dos mais prejudicados durante a pandemia e muitas pessoas tiveram de mudar de área para poder superar esse período. E quando terminou a pandemia, muitos não regressaram à nossa indústria”, lembra Pedro Pais.
Além disso, continua, “muita da mão-de-obra especializada que dá suporte a este setor é cada vez mais reconhecida além-fronteiras, por isso têm aproveitado as oportunidades que surgem no exterior, com salários superiores aos que se praticam em Portugal”.
Esse desafio tem sido superado pela Headliner “devido à resiliência das pessoas que lideram esta indústria e ao trabalho conjunto de todos”, no recrutamento e formação de “profissionais de topo em tempo recorde”. Pedro Pais considera que “a entreajuda e cooperação dentro desta indústria é excecional, e que este é o único caminho para superarmos os desafios que todos enfrentamos diariamente”.
“Continuar a criar eventos incríveis e inesquecíveis para as marcas”
No entender de Pedro Pais, “cada agência tem os seus próprios desafios”, mas, de uma forma geral, a indústria “tem superado todos os grandes desafios com que se tem deparado” e “tem aumentado exponencialmente o seu reconhecimento internacional”, através da conquista de prémios internacionais “por parte dos principais players” e do “crescente número de clientes internacionais angariados nos últimos anos”. No caso da Headliner, os clientes internacionais da agência “representaram 42% da faturação” no ano passado.
“No entanto, a nossa indústria, como tantas outras, está sempre sujeita a fatores socioeconómicos que não controlamos, por isso, diria que a imprevisibilidade socioeconómica será sempre o maior desafio da nossa indústria”, acrescenta Pedro Pais.
A Headliner está a celebrar o seu segundo ano de atividade e para o futuro a expectativa é “a de continuarmos a crescer juntamente com os nossos clientes”. Afinal, “o sucesso deles é o nosso sucesso e essa é a nossa forma de estar no mercado. Continuar a criar eventos incríveis e inesquecíveis para as marcas com que trabalhamos diariamente”, remata.

© Maria João Leite Redação
Jornalista